PROTOCOLOS ESPECIAIS

a. Síndrome Climatérica

Climatério é uma fase da evolução biológica da mulher na qual ocorre o processo de transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo.
A duração e intensidade da síndrome climatérica recebe influências das dimensões psicológica, social e espiritual da mulher, incluindo a autoimagem, o papel e as relações sociais e as expectativas e projetos de vida.
Em decorrência do quadro de hipoestrogenismo que se instala, surgem os sintomas característicos da síndrome climatérica que inclui os sintomas vasomotores, atrofia vaginal, disfunções sexuais, sintomas urinários, além de aumentar o risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e osteoporose. Fatores biopsicossociais podem determinar a ocorrência de alterações de humor, exteriorizadas por irritabilidade, nervosismo, depressão e ansiedade.

Além da deficiência estrogênica a gênese da sintomatologia climatérica, tem estreita relação com o processo de envelhecimento e a dinâmica psicológica, dependente da estrutura da personalidade e do ambiente sociocultural, que condicionam manifestações neurogênicas (ondas de calor, sudorese, calafrios, palpitações, cefaléia, tonturas, parestesia, insônia, perda de memória e fadiga) e psicogênicas.

Outros fatores podem agravar o estado físico e emocional das mulheres que enfrentam o período do climatério, tais como: condições de vida, história reprodutiva, carga de trabalho, hábitos alimentares, tendência a infecções, assim como outros conflitos socioeconômicos, culturais e espirituais.

Nesse contexto, é necessário, além de prescrever tratamentos, CONHECER AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES QUE OCORREM NA VIDA DA MULHER para que possamos elaborar estratégias eficazes para amenizar estes sintomas com o intuito de melhorar o bem estar e a qualidade de vida da mulher no climatério, contemplando-a como um ser único, dotado de dimensões biopsicossociais e espirituais.

b. Disbiose Intestinal

A disbiose intestinal, um desiquilíbrio da flora bacteriana intestinal que reduz a capacidade de absorção dos nutrientes causando carência de vitaminas, tem como principais causas dois lados: um medicamentoso (uso frequente e indiscriminado de antibióticos, antiácidos, corticosteroides, laxantes), outro fisiológico (alimentação pobre em fibras e nutrientes, a pouca ingestão de água, má digestão, consumo em excesso de açúcar, gorduras, proteínas e alimentos refinados, estresse crônico e deficiência de vitaminas e minerais).

A disbiose, geralmente, provoca sintomas como náuseas, gases, queda de cabelo, enfraquecimento das unhas, sensação de estufamento e distenção abdominal, diarreia frequente ou prisão de ventre severa (alteração no ritmo intestinal), dores de cabeça, cansaço, irritabilidade. Como a disbiose altera o sistema imunológico, esse distúrbio pode levar inclusive ao surgimento de doenças mais graves: de candidíase de repetição (nas mulheres) a doenças autoimunes (tireoidite de Hashimoto, Lupus, artrite reumatóide) e até mesmo câncer.

Mas a disbiose intestinal tem cura e é possível evitar o problema tomando algumas precauções na rotina, especialmente através de uma reeducação alimentar.

A avaliação dos sintomas deve ser feita por um médico, sendo necessária também uma consulta com um nutricionista para avaliação dietética, focada para a causa, tratamento e melhora dos sintomas.

O tratamento é feito por meio de suplementação e alimentação correta, que deve incluir alimentos que garantam o crescimento e a reprodução das bactérias benéficas ao intestino.

c. Endometriose

Os sintomas de endom­etriose surgem ou ag­ravam-se durante a menstruação, mas a in­tensidade da dor não indica a gravidade da doença, pois mulh­eres com endometriose leve podem apresen­tar dor severa, enqu­anto outras com endo­metriose mais avança­da ou profunda podem nem apresentar sint­omas. Os principais sinto­mas são cólica menstrual fo­rte, dor na relação sexual, dor entre as menstruações, infer­tilidade, dor ao def­ecar ou ao urinar, sangramento na urina ou nas fezes.

Inicialmente, a susp­eita de endometriose é avaliada de acordo com os sintomas, por meio de exame fís­ico (toque vaginal), mas seu diagnóstico oficial é dado junto com outros exames auxiliares, como ult­rassonografia transv­aginal e ressonância magnética.

Motivos para se preo­cupar com a endometr­iose não faltam. Essa doença é uma das principais causas de infertilidade femini­na e está relacionada a inúmeros casos de cólicas menstruais – dois verdadeiros pesadelos para a mul­her. Além disso, a endometriose pode pro­gredir e prejudicar o funcionamento de praticamente todos os órgãos da pélvis, como intestino grosso, apêndice e bexiga. Procure um médico e descreva o que sente para ele orientar o tratamento.

d. TPM

O período que antecede a menstruação pode causar diversos incômodos físicos e emocionais, conhecido como TPM, Tensão Pré-Menstrual. É uma condição de difícil identificação, visto que seus sintomas são muitos e variam de uma mulher para outra. Estima-se que 80% das brasileiras sabem o quanto os sintomas desse período podem atrapalhar a rotina.

Os sintomas típicos dessa síndrome têm razões fisiológicas.

Desde o início do ciclo menstrual, que começa no primeiro dia de fluxo, os hormônios femininos estrogênio e progesterona têm alterações intensas nos seus níveis, chegando a picos e declínios entre o início e o fim do período. Quando a TPM se aproxima, esses hormônios chegam ao nível mais baixo de produção, e toda essa “gangorra hormonal” é a responsável pelas variações de humor e sintomas físicos na mulher.

No período que antecede a menstruação, a produção de serotonina também é prejudicada. Esse neurotransmissor – conhecido também como “hormônio do bem-estar”, sofre influência direta da baixa dos hormônios sexuais, e as consequências são visíveis: a mulher fica emotiva, ansiosa, impaciente e até mesmo depressiva.

É possível controlar ou algumas vezes reduzir os sintomas da TPM fazendo modificações nos seus hábitos alimentares, incluindo atividades físicas na rotina e fazendo uso de PROTOCOLOS ESPECIAIS E EXCLUSIVOS, extraídos da Medicina Integrativa e Ortomolecular, tem trazido resultados surpreendentes para a vida das mulheres que sofrem com o TPM.

e. SOP

A síndrome do ovário policístico (SOP) é uma das principais causas da infertilidade feminina. É um distúrbio que afeta 1 em cada 15 mulheres em idade reprodutiva, provocando alteração dos níveis hormonais e levando à formação de cistos nos ovários.

Estima-se que mais da metade das mulheres com ovários policísticos não apresente nenhum sintoma e identifique o problema apenas quando deseja engravidar, o que pode ser preocupante. Uma informação impactante é que a SOP pode aumentar a chance da mulher desenvolver o câncer endometrial, quarto mais comum entre as mulheres, devido as alterações hormonais que levam a ciclos menstruais longos, um estímulo estrogênico prolongado sem a ação do hormônio progesterona.

A SOP não pode ser prevenida, mas quanto mais precoce for o diagnóstico, menor será a chance de complicações futuras.

Fiquem atentas aos sintomas mais comuns da SOP e cuide da sua saúde:
§ Ausência ou irregularidade da menstruação?
§ Aumento de peso?
§ Aparecimento de acne?
§ Hirsutismo (crescimento de pelos no rosto e outros locais em que a mulher normalmente não tem pelos)?
§ Queda de cabelo?
§ Problemas com a fertilidade?

PROTOCOLOS ESPECIAIS E EXCLUSIVOS, extraídos da Medicina Integrativa e Ortomolecular, tem trazido resultados surpreendentes para a vida das mulheres que sofrem com o SOP.

Se você tem SOP ou se identificou com os sintomas acima, agende sua consulta!

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